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    Saúde e Bem Estar

Uso excessivo de eletrônicos na pandemia pode causar irritação aos olhos, dor de cabeça e insônia

Publicada em 23/07/20 as 13:48h por Diário do Nordeste - 26 visualizações

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"Olho seco", coceira e alteração no grau são as principais queixas de quem passou a utilizar computador, celular e outras telas com mais frequência no período de isolamento social  (Foto: Ana Lília Fernandes)
A chegada da pandemia causada pela Covid-19 transformou a convivência presencial em online. A mudança atingiu todas as gerações e provocou a utilização prolongada de computador, celular e outros equipamentos eletrônicos para a realização de tarefas ou busca de entretenimento. No entanto, apesar de necessárias, a oftalmologista Excelsa Costa Lima alerta que o uso excessivo das telas pode causar desconforto e prejudicar a visão. 

Seja por razão profissional, estudantil ou de entretenimento, é difícil controlar o manuseio desses eletrônicos no momento em que lives, trabalho home office, aulas online, redes sociais, sites de compras de notícias e games, os aparelhos eletrônicos são os recursos mais  utilizados pela população.

Segundo a oftalmologista, as dores de cabeça e cervical e erros de refração são agravados pela má postura.

"Há inúmeros relatos de surgimento de miopia quando se usa o celular muito próximo aos olhos, pois a posição desencadeia um esforço excessivo da acomodação ocular, principalmente em crianças", confessa.
Já nos adultos, a especialista diz que a exposição à luz azul acumulativa pode acelerar o envelhecimento dos tecidos oculares, risco de DMRI (degeneração macular relacionada à idade) e aparecimento precoce de catarata.

Porém, apesar dos sintomas, somente o exame oftalmológico confirmará se houve alteração ou surgimento de grau."O ideal, mesmo sem sintomatologia, é fazer uma avaliação oftalmológica anual, principalmente agora que os olhos estão mais expostos às luzes dos eletrônicos", ressalta a médica.

No caso das crianças, os relatos mais comuns associados à exposição ocular são distúrbios do sono, prejuízos cognitivos e de interação social, prurido e vermelhidão. O uso de lágrimas artificiais costumam melhorar esses incômodos, orienta a profissional.


Dicas

Diminuir o brilho da tela é essencial, segundo a médica. O ambiente de navegação deve estar iluminado, pois o escuro faz com que as pupilas dilatem e a luz das telas seja mais agressiva aos tecidos oculares.

A luz azul emitida pelas telas são capazes de bloquear a produção de melatonina, causando insônia. Em crianças e adolescentes, a exposição contínua pode causar déficit de atenção, dificuldade na aprendizagem, alterações do apetite, depressão, ansiedade e comprometimentos osteomotores.

Manter sempre os olhos lubrificados, ter uma cadeira que deixe numa posição confortável para a postura e tentar fazer intervalos de tempo de duas horas são outras orientações. Nesse novo cenário, adultos e crianças também devem encontrar um ponto de equilíbrio entre trabalho, estudo, espaço pessoal e interação familiar.


 






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